CENTRAIS SINDICAIS REALIZAM PROTESTO


CENTRAIS SINDICAIS REALIZAM PROTESTO NA AV. PAULISTA CONTRA O AUMENTO DE JUROS

Cinco centrais sindicais fizeram nesta quarta-feira (17) um protesto em frente ao edifício do Banco Central, localizado na Avenida Paulista, contra uma possível elevação da taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 7,25% ao ano. Membros do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) estão reunidos em Brasília e vão anunciar a decisão sobre os juros na noite de hoje.  Os representantes dos sindicatos defendem que a manutenção da política de redução dos juros vai trazer benefícios aos trabalhadores. “Nós temos a experiência de que taxa de juros muito alta gera desemprego e recessão econômica. Neste momento, querer aumentá-la significa recessão, diminuição de salários e desemprego no nosso país”, disse João Carlos Gonçalves Juruma, secretário-geral da Força Sindical. Protesto na Avenida Paulista, na manhã desta quarta-feira (17), contra o aumento da Selic A taxa Selic começou a cair em agosto do ano passado, quando foi de 12,5% para 12% ao ano, e manteve a trajetória de queda até outubro de 2012, quando passou de 7,5% para 7,25% ao ano.  A política do governo foi apoiada pela União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Central Única dos Trabalhadores (CUT), além da Força Sindical, que participaram do protesto de hoje.Para Canindé Pegado, secretário-geral da UGT, a elevação dos juros pelo Copom iria priorizar apenas o controle da inflação no país. “Juros altos significam redução de demanda do consumo e encarecimentos dos preços, efeitos nocivos ao mercado de trabalho”, avalia. Ele acredita que a prioridade do governo deve ser o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). “Queremos que o Copom hoje, em vez de anteder ao conceito monetarista de controlar a inflação através de juros altos, baixe a taxa de juros, para aumentar o consumo e gerar mais empregos”, acrescentou. Os manifestantes assaram e distribuíram sardinhas aos transeuntes da Avenida Paulista. Segundo Juruma, a sardinha significa que os trabalhadores são o lado frágil diante dos tubarões, os bancos.  “Nós estamos fazendo essa sardinhada como uma referência de que o tubarão representa o sistema financeiro. Mas nós estamos aqui ao lado dos trabalhadores, da sociedade, que tem gostado da política de redução da taxa de juros”, declarou Juruma.Data:18/04/2013 Fonte: http://www.fsindicalsp.org.br/

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